sales@azopio.com
+33 1 87 66 62 63

Faturação eletrónica: ideias preconcebidas versus realidade

Mitos e factos sobre a faturação eletrónica

Resumo

Experimente Azopio!

Junte-se a milhares de VSEs e PMEs que já utilizam o Azopio todos os dias!

A faturação eletrónica está a ganhar terreno, mas ainda há muita confusão em torno dela: PDF, e-mail, plataformas, calendários, obrigações, etc.
Estas ideias pré-concebidas podem dar a impressão de que se está preparado, quando, na realidade, alguns pontos-chave são mal compreendidos.

Vejamos os equívocos mais comuns e a realidade regulamentar de que é necessário estar ciente para antecipar a reforma com tranquilidade.

Mito n.º 1: “Uma fatura em PDF enviada por correio eletrónico é uma fatura eletrónica”.

Falso
Uma fatura em PDF, mesmo que enviada por via eletrónica, não constitui uma fatura eletrónica na aceção da reforma.
Uma fatura eletrónica deve ser emitida, transmitida e recebida num formato estruturado que permita um processamento automatizado e seguro através de uma plataforma aprovada e reconhecida pelo Estado.

→ Para recordar : PDF ≠ fatura eletrónica regulamentar.

Mito n.º 2: “As facturas B2B podem continuar a ser enviadas por correio eletrónico”.

Falso
Para as operações B2B entre sujeitos passivos de IVA estabelecidos em França, as facturas terão de transitar por uma plataforma interoperável reconhecida pelo Estado.

Lembre-se: não se trata apenas de uma mudança de formato, mas de uma mudança de canal.

Mito nº 3: “As PME só são afectadas a partir de 2027”.

ℹ️ para ser qualificado
Embora a obrigação de emitir seja introduzida gradualmente (2026 para as grandes empresas/ETI, 2027 para as PME/TPE/microempresas), a obrigação de receber começará para todos em 1 de setembro de 2026.

Nota: a receção é obrigatória antes da transmissão.

Mito n.º 4: “Os microempresários ou as empresas isentas de IVA não são afectados”.

Geralmente Falso.
A reforma diz respeito às empresas devedoras de IVA (o que é diferente de “devedoras de pagamento”). Muitas microempresas continuam a ser afectadas, pelo menos para a receção e, consoante o caso, para a transmissão B2B. (Ver artigo: Faturação eletrónica obrigatória: as microempresas são afectadas?)

Lembre-se: “franchise” não significa “fora do âmbito”.

Mito n.º 5: “Tem de escolher a mesma plataforma que os seus clientes ou fornecedores”.

Falso
As plataformas são concebidas para serem interoperáveis. Cada empresa pode escolher a plataforma que lhe convém, independentemente da dos seus parceiros.

Lembre-se: a escolha da plataforma é individual.

Mito n.º 6: “O portal público será suficiente para introduzir e gerir facturas”.

Falso
O portal público de faturação desempenha principalmente um papel de diretório e de centralização de dados para a administração.
Na prática, as empresas têm de recorrer a uma organização e a ferramentas adequadas para gerir os seus fluxos de faturação.

Lembre-se: a conformidade depende tanto da organização como do canal técnico.

Mito nº 7: “Com a faturação eletrónica, as obrigações de declaração desaparecem”.

Falso
O objetivo da reforma é facilitar os intercâmbios e, em última análise, alguns pré-preenchimentos, mas as obrigações de comunicação mantêm-se.
As empresas continuam a ser responsáveis pelo controlo e validação dos dados transmitidos.

Lembre-se: a automatização não significa a eliminação dos controlos.

Aspectos a ter em conta

  • Um PDF enviado por correio eletrónico não é uma fatura eletrónica conforme.
  • A faturação eletrónica exige plataformas interoperáveis.
  • A partir de setembro de 2026, será obrigatório para todos receber facturas electrónicas.
  • A questão é progressiva consoante a dimensão da empresa.
  • A reforma diz respeito tanto à organização interna como aos instrumentos utilizados.

Onde é que o Azopio se insere

A faturação eletrónica não é apenas uma mudança técnica. Exige um melhor controlo dos documentos, dos fluxos e da rastreabilidade.

A Azopio apoia esta transição, ajudando a estruturar a pré-contabilidade, a centralizar os documentos e a tornar mais fiáveis os intercâmbios com o revisor oficial de contas, para que a reforma possa ser enfrentada com maior clareza e tranquilidade.

Essayez Azopio !

Rejoignez des milliers de TPE-PME qui utilisent déja Azopio au quotidien !

Também pode gostar

Informações obrigatórias numa fatura eletrónica

Que informações devem constar de uma fatura eletrónica?

A passagem à faturação eletrónica é um ponto de viragem importante para a gestão das empresas francesas. Enquanto plataforma de

Faturação eletrónica 2026 com plataforma obrigatória aprovada

Faturação eletrónica 2026: as empresas têm de utilizar uma plataforma aprovada?

De acordo com a atual implementação da Reforma da Fatura Eletrónica em França (a partir de setembro de 2026), uma

Pré-contabilidade: análise e preparação dos dados de gestão

Pré-contabilidade: o elo que falta entre a gestão e a contabilidade

Porque é que muitas vezes confundimos tudo (e porque é que isso é caro) Em muitas EMP/PME, “fazer a contabilidade”